Um estudo acompanhou mais de 15,5 milhões de jovens que eram dependentes do Bolsa Família em 2012. Após 12 anos, 48,9% deixaram o Cadastro Único, 17,6% saíram do Bolsa Família, mas seguiram no CadÚnico, e 33,5% permaneceram no programa.
O levantamento relacionou a saída do CadÚnico a melhores condições iniciais, escolaridade dos responsáveis, alfabetização adequada e inserção em empregos formais. Já a permanência esteve ligada a maior dependência histórica do benefício, baixa escolaridade, moradias precárias e acesso limitado a serviços básicos.