O governo projeta distribuir R$ 13,2 bilhões do lucro do FGTS, equivalentes a 90% do resultado de R$ 14,7 bilhões. A medida alcança 138,2 milhões de trabalhadores com saldo em 31 de dezembro de 2025, com depósitos até 31 de agosto de 2026. A distribuição assegura rendimento acima do IPCA de 2025 (4,26%) e atende à tese do STF sobre correção pela inflação. O setor de construção defende reter mais lucro para fortalecer o financiamento habitacional, cujo orçamento do FGTS em 2025 somou R$ 142 bilhões, com R$ 12,5 bilhões em subsídios.